Serviços de entrega dos Correios sofrem reajuste de preços

Os Correios divulgaram alterações importantes em suas políticas para serviços de entrega de encomendas. As mudanças, que terão reflexos nos sites de comércio eletrônico, passam pelo reajuste de preços em diversos serviços, novas faixas de limite de peso para postagem de encomenda e, inclusive, mudanças na contagem do prazo de entrega.

Reajuste de preços para os serviços de entrega dos Correios

Na nota divulgada pela empresa foi declarado reajuste para o SEDEX (6,75% não linear), e-SEDEX (9,2% não linear), SEDEX 10, SEDEX 12, SEDEX Hoje, Disque Coleta, Coleta logística Reversa, Devolução de Documentos e Preenchimento de Check list (7,2% linear) e PAC (7,2% não linear).

De acordo com as informações da empresa, as tabelas de preços do SEDEX 10, SEDEX 12 e SEDEX Hoje, à vista ou de contrato, serão reajustadas a partir de 20/05/2013, enquanto as demais entrarão em vigor no dia 01/06/2013.

Os serviços de entrega dos Correios terão ainda outras mudanças.

serviços de entrega Correios

Correios reajustam preços de serviços entrega e alteram critérios para postagem e prazo de entrega

Os Correios informaram também novas regras que serão adotadas nos serviços de entrega, postagem e contagem de prazo para entrega de encomenda.

Os objetos despachados por e-SEDEX terão redução do peso máximo de 30 kg para 15 kg; SEDEX 10 e SEDEX 12 de 30 kg para 10 kg.

A encomenda PAC está isenta, desde 06/05/2013, da precificação cúbica para os volumes com até 10 kg ‘cúbicos’, alterando, portanto, os 5 kg ‘cúbicos’ da regra anterior.

Desde a mesma data, as encomendas por SEDEX 10 e SEDEX Hoje deixam de contar com o procedimento de entrega vertical, onde o carteiro deveria entregar a encomenda na porta do destinatário, em casos em que este localizasse fora do andar térreo dos edifícios.As mudanças nas políticas de serviços de encomendas dos Correios chegam até a indenização automática em caso de sinistro de objeto postado sob contrato sem a declaração de valor. A partir de 01/06/2013, o valor da indenização para SEDEX passa a ser de R$ 75,00 e para e-SEDEX e PAC, R$ 50,00.

Quando houver declaração de valor nas postagens sob contrato, os percentuais passam a ser de 0,5% para encomendas SEDEX e e-SEDEX e 0,6% para encomenda PAC, também a partir de 01/06/2013.

Correios modificam contagem de prazo para entregas

Outra informação importante divulgada pelos Correios e que atinge a logística do e-commerce, é a modificação da contagem do prazo de entrega para alguns serviços. Segundo informações divulgadas pela empresa, com a nova política, o sábado será excluído da contagem do prazo de entrega do SEDEX e do e-SEDEX, mesmo que a postagem seja feita nesse dia. Para esses serviços, a contagem de prazo seguirá o período de segunda a sexta-feira. O novo critério não atingirá as encomendas com entrega por SEDEX-10 postado no sábado.

As alterações nas regras dos serviços de entrega foram tornadas públicas pela Gerência de Suporte a Vendas dos Correios de Minas Gerais.

Fonte: Correios – DR/MG


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Webshoppers: Comércio eletrônico manteve-se em alta em 2012

Webshoppers 27ª edição - O comércio eletrônico brasileiro fechou o ano de 2012 com números positivos. É o que aponta a 27ª edição do relatório WebShoppers, editado pela e-bit, que faz um balanço do comércio eletrônico em 2012 e ainda indica as principais tendências para o setor em 2013.As informações coletadas pela e-bit revelam dados de Inteligência de mercado que indicam o perfil sociodemográfico do e-consumidor, bem como os produtos mais vendidos, meios de pagamento mais utilizados, indicadores de recompra, entre outras informações.

Veja alguns pontos que destacamos para você do relatório Webshoppers:

Webshoppers apresenta o balanço do comércio eletrônico em 2012:

Webshoppers -  O comércio eletrônico em 2012

27ª  edição do Relatório Webshoppers confirma ano positivo para comércio eletrônico brasileiro em 2012

- O e-commerce B2C faturou de 22,5 bilhões em 2012, crescimento nominal de 20% em relação a 2011, quando o faturamento foi de 18,7 milhões;

- Houve uma elevação do tíquete médio no 2º semestre de 2012 (R$ 346) em relação ao 1º semestre (R$ 338). Com isso, o tíquete médio do ano em análise fechou em R$ 342;

- Um dos fatores que explica o aumento do tíquete médio no 2º semestre é o maior número de datas sazonais do 2º semestre. Além do Dia dos Pais e do Dia das Crianças, o Natal veio novamente como a data sazonal rentável para o comércio eletrônico e contribuiu com maior volume de vendas: R$ 3,06 bilhões. Baixe aqui o Calendário Webvenda 2013 de datas sazonais do e-commerce;

- A Black Friday se consolidou de vez no Brasil como uma nova data sazonal para o e-commerce e rendeu números recordes. No dia 23 de Novembro, quando a promoção foi realizada, foram faturados R$ 243,8 milhões em bens de consumo nas vendas on-line, em apenas 24 horas. Um valor 143,8% maior que em 2011, cujos ganhos somaram R$ 100 milhões;

- 66,7 milhões de pedidos foram realizados ao longo de 2012, 24,2% a mais que o registrado no ano anterior;

- O número de consumidores virtuais aumentou em 10,3 milhões de entrantes. Com isso, são mais de 42,2 milhões de pessoas que fizeram ao menos uma compra on-line até hoje no Brasil;

- O índice de satisfação dos consumidores com as lojas virtuais foi de 86,1%;

- O frete grátis continua pesando na decisão de compra, visto que 54% dos pedidos realizados foram com frete grátis;

- As categorias com maior volume de pedidos foram definidas da seguinte maneira: 1) Eletrodomésticos, com 12,4%; 2) Moda e Acessórios, cada vez mais consolidada, com 12,2%; 3) Saúde, beleza e medicamentos, com 12%; 4) Informática com 9,1% e 5) Casa e Decoração, com 7,9%;

- Analisando o perfil do consumidor virtual pelo gênero, homens e mulheres estão praticamente empatados, com ligeira maioria para o sexo feminino: 50,1% a 49,9% . No entanto, quando se trata dos novos entrantes no setor, a diferença é maior: 56,7% de mulheres contra 43,3% de homens.

Perfil do consumidor do comércio eletrônico de acordo com a renda:

- O setor continua fortemente abastecido pela entrada da Classe C. De acordo com o relatório Webshoppers, do total de e-consumidores, a maioria é formada por pessoas dessa classe social: 37%.

- O número que mais se destaca é o dos novos entrantes: 46% das pessoas que fizeram sua primeira compra on-line, possuíam renda familiar entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00, faixa pertencente à Classe C.

Meios de Pagamento:

De acordo com o Webshoppers, os meios de pagamento tiveram a seguinte participação em volume de transações em 2012:

- 73% dos pedidos foram feitos através de cartão de crédito;

- 18% boleto bancário;

- 1% cartão de débito;

- 8% outras formas de pagamento.

Um dado importante é que 47% dos e-consumidores que utilizaram cartão de débito fizeram a sua primeira compra na internet, demonstrando o amadurecimento do setor, que já inspira mais confiança para os consumidores.

2013 e o que vem pela frente:

Os números do comércio eletrônico no Brasil continuarão em ascensão em 2013. A tendência é que o ano apresente um resultado melhor que 2012, em virtude da retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivo móveis como tablets e smartphones. A e-bit projeta para 2013 os seguintes dados:

- Crescimento nominal de 25% em relação a 2012;

- Faturamento de R$ 28 bilhões;

- Tíquete médio de R$350,00;

- 50 milhões de e-consumidores.

A 27ª edição do relatório WebShoppers utiliza informações provenientes de pesquisas realizadas pela e-bit junto a mais de 8.000 lojas virtuais e ao seu painel de e-consumidores, além de pesquisas adhocs e informações externas.

Fonte: e-bit/ Relatório Webshoppers 27ª edição


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Para que você possa programar com antecedência as suas campanhas promocionais em 2013, elaboramos o calendário do e-commerce no Brasil com as principais datas comemorativas que são relevantes para os lojistas. Para obter melhores resultados, selecione as principais datas relacionadas ao público de sua empresa e elabore as campanhas que podem ser divulgadas nos banners, e-mail marketing, redes sociais, links patrocinados, comparadores de preços, entre outros. Não deixe de explorar o potencial de vendas do seu portal. Além das datas sazonais importantes, como dia das mães, dia dos pais, Natal, dia das crianças e dia dos namorados, o calendário do e-commerce no Brasil contempla várias outras datas que podem ser importantes para a sua empresa se aproximar do seu público-alvo. Aproveite bem essas datas para, com criatividade, relacionar-se com o seu cliente, divulgar a sua loja virtual e gerar vendas.

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Decreto 7.962 dita novas regras do Comércio eletrônico

Novas regras para o comércio eletrônico: O Decreto 7.962, que regulamenta a Lei nº 8.078 – Código de Defesa do Consumidor, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico, foi publicado no dia 15 de março pela Presidente Dilma Rousseff, na oportunidade do Dia do Consumidor.

O texto do decreto 7.962 dita normas que devem ser seguidas na relação das empresas que atuam no comércio eletrônico com o consumidor. O Decreto 7.962 prevê que as empresas com atividade de comércio eletrônico devem prestar “informações claras a respeito do produto, serviço e do fornecedor”; manter canais que permitam “atendimento facilitado ao consumidor” e ter em sua política comercial o “respeito ao direito de arrependimento” do comprador.

Decreto 7.962 também regulará Compras Coletivas

O comércio eletrônico por compras coletivas também será regulamentado pelo Decreto 7.962. Entre outros pontos previsto na lei, o site deve deixar claro para o comprador as regras para ativação da oferta, além de informações básicas sobre o anunciante e o fornecedor.

O comerciante que não cumprir o disposto no decreto lei, estará sujeito a sanções de “multa”; “apreensão do produto”; “inutilização do produto” e “cassação do registro do produto junto ao órgão competente”, como está previsto no Art. 56 da Lei 8.078 – Código de Defesa do Consumidor.

As empresas que não estiverem seguindo as diretrizes do decreto que regula o comércio eletrônico têm dois meses para fazer as adequações, visto que ele entrará em vigor sessenta dias após a data de sua publicação.

Leia o texto do Decreto 7.962 na íntegra.

Fonte: Planalto

(Helbert Fernandes)


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Atendimento ao cliente é diferencial para empresas

O bom atendimento ao cliente é fundamental para que uma loja virtual, assim como em qualquer outro modelo de negócio, obtenha sucesso. O artigo a seguir, publicado pelo site administradores.com.br, aborda o valor agregado gerado para a empresa que preza pelo bom atendimento ao  cliente. Recomendamos a leitura:

“Sete conselhos para um atendimento ao cliente nota 10

Fonte: www.administradores.com.br
Por:
Jerônimo Mendes

Esse artigo diz respeito ao padrão mínimo de atendimento que todo empreendedor deve adotar para fazer do seu negócio uma referência no mercado.

Atendimento ao cliente

A excelência no atendimento ao cliente é fundamental para que a sua empresa obtenha sucesso.

O bom atendimento ao cliente é uma das grandes deficiências encontradas em quase todos os segmentos de negócio: comércio, indústria e serviços. Não vamos nem mencionar o serviço público em geral que, na maioria dos casos, quando fica regular, é caótico.

Desconheço uma pessoa sequer que não tenha um exemplo de mau atendimento nos últimos seis meses, para não dizer ao longo da vida, razão pela qual vamos explorar esse assunto em três partes distintas: os pecados capitais do atendimento; as expectativas do cliente durante o atendimento; e os segredos para melhorar o atendimento na sua empresa.

Imagine que sua empresa consegue fazer a venda, conquista o cliente e, assim, sem mais nem menos, por conta de uma atitude descompensada, indiferente ou de desprezo de um colaborador, perde o cliente que tanto investiu para conquistar.

Não se espante. Isso acontece com mais frequência do que se imagina, todos os dias, em todos os lugares do mundo, portanto, vez por outra, é necessário parar para repensar o próprio atendimento: Quanto seu atendimento ao cliente é bom? Você se preocupa em manter o cliente tanto quanto se esforça para conquistá-lo? Tem consciência de quão importante é o atendimento ao cliente para o seu negócio?

 

Os 7 Pecados Capitais do Atendimento ao cliente

De acordo com Ty Boyd, coach de Negócios, escritor e conferencista, aqui estão os 7 pecados capitais do atendimento:

 

  1. Colocar dinheiro ou lucros à frente do atendimento ao cliente.
  2. Vaidade gerada pelo sucesso.
  3. Criar níveis hierárquicos, sem promover trabalho de equipe – colegas que reclamam dos outros ou se lamentam “não é trabalho meu”.
  4. Falta de treinamento, reconhecimento ou estímulo.
  5. Não ouvir – antecipar a resposta, antes de compreender a situação.
  6. Isolar-se – não prestar atenção ao cliente ou ao concorrente.
  7. Falar e não cumprir, ou pior, mentir.

 

Possivelmente, você já foi vítima de qualquer um desses pecados, pelo menos uma vez na vida, entretanto, se alguém perguntar se já cometeu algum deles, há uma grande possibilidade de a resposta ser NÃO. Por que será? Porque temos enorme dificuldade em assumir os erros e, da mesma forma, grande facilidade para criticar os erros alheios.

Em pleno século 21, não é mais necessário insistir no fato de que o atendimento ao cliente é uma questão crítica, complexa e fundamental para o sucesso de qualquer negócio, mas, existe ainda um razoável número de empresas que parece não se dar conta disso.

Uma verdade incontestável nisso tudo é que, sem políticas, orientações ou padrões de atendimento bem definidos, o atendimento ao cliente de sua empresa vai continuar mal. Você pode seguir ganhando dinheiro, porém, o esforço para manter os clientes será bem maior do que o realizado para conquistá-los.

 

As 7 expectativas do cliente durante o atendimento

Antes de prosseguir, quero lembrar novamente que o seu cliente tem uma biologia, uma cultura, uma linguagem e, obviamente, uma história pessoal muito diferente da sua. Portanto, para cada atendimento, é preciso uma abordagem apropriada ao estilo do cliente, o que vai depender muito da sua percepção e de treinamento.

Como cliente, qual o padrão mínimo de atendimento esperado?

 

  1. Em primeiro lugar, ser ouvido atentamente, sem ser interrompido.
  2. Um bom atendimento por parte do vendedor, atendente, gerente etc.
  3. Uma linguagem adequada, inteligível, apropriada.
  4. Sentir-se importante, não apenas quando compra, mas, quando reclama.
  5. Ser visto como um consumidor inteligente – ele escolheu a sua empresa.
  6. Respeito e consideração, independentemente da condição social.
  7. Em caso de reclamação, uma expectativa e uma garantia de solução.

 

Lembre-se: você também é cliente, por vezes exigente, chato e difícil, e, quanto maior a consciência em relação a isso, maior a percepção necessária para melhorar a maneira de atender os clientes.

 

Os 7 conselhos para um Atendimento Nota 10

A resposta para essa questão vale milhões de reais. Acredite nisso. De maneira geral, o atendimento satisfatório já não é mais aceitável. Os clientes estão mais exigentes, menos fiéis, mais atentos, portanto, como diria o célebre Napoleon Hill, é necessário caminhar um quilômetro extra e ir além da concorrência.

Como fazer isso? Simples. É a única coisa que depende exclusivamente de você e das pessoas que trabalham contigo, portanto, sem inventar a roda, com base nos estudos de Ty Boyd, Jeffrey Gitomer e Raúl Candeloro, além da minha experiência pessoal, o atendimento nota 10 inclui as seguintes premissas:

 

  1. Não interrompa: suporte, do início ao fim, o desabafo do cliente, afinal, se ele está contigo é porque tem interesse no seu produto ou, então, comprou algo que não correspondeu à sua expectativa inicial.
  2. Sem preconceitos: o preconceito distorce o que você ouve, portanto, ouça sem prejulgar; o que está em jogo é o dinheiro do cliente e não a roupa que ele veste.
  3. Seja simples: o cliente não é burro, mas tem uma história diferente da sua; a linguagem adequada a cada situação e cliente faz toda diferença; quanto mais sofisticado, mais distante do cliente.
  4. Assuma a responsabilidade: entenda de uma vez por todas que, quem se propõe a empreender, ganhar dinheiro, atender ao público, deve assumir a responsabilidade por todos os problemas gerados pelo seu negócio.
  5. Reposicione as pessoas: não imagine que seus colaboradores estejam tão comprometidos com o atendimento quanto você; se as coisas não estão indo bem, promova reuniões frequentes de alinhamento e, se isto não resolver, substitua para evitar um mal maior. Se isso não resolver, seja prático, livre-se dos ineficientes.
  6. Seja flexível: para atender a necessidades específicas dos clientes e ir além dos procedimentos da empresa quando necessário; o importante é resolver o problema do cliente.
  7. Eleve o padrão: o atendimento nota 10 será possível somente quando sua empresa adotá-lo por meio de política comercial, normas e procedimentos bem definidos, além do treinamento que nunca deixará de existir.

 

Isso vale para o atendente na recepção ou na portaria e para o presidente da sua empresa. Se você não adotar o atendimento como bandeira principal, jamais irá transformar o atendimento num diferencial competitivo para o seu negócio.

Entenda que você sempre tem uma escolha. Atender bem é uma escolha e, por mais que você treine, peça de joelhos, ensine, sugira e o cliente reclame, a maioria das pessoas escolhe atender mal. É muito mais fácil culpar o patrão e a sociedade em geral do que admitir a insatisfação com o emprego e assumir a responsabilidade.”

Faça do atendimento ao cliente um diferencial para a sua empresa.


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IBC-Br teve segundo aumento consecutivo em novembro 2012

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou em novembro de 2012, pelo segundo mês consecutivo, alta de 0,40%. O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira.Os dados que foram divulgados pela instituição no dia 16 de janeiro demonstraram 143,72 pontos do IBC-Br em novembro, perante 143,15 em outubro, que já havia registrado 0,39% de alta sobre o mês de setembro.Quando comparados os índices de janeiro a novembro de 2012 ao mesmo período de 2011, a elevação foi de 1,68% no IBC-Br. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal, forma mais recomendada pelos especialistas da área.

IBC-Br: Resultado do PIB e medidas de estímulo

No terceiro trimestre de 2012, o PIB havia avançado somente 0,6%, de acordo com dados do IBGE. O esperado pelo Banco Central para esse período era um crescimento na ordem de 1,15%. Economistas previam uma alta de 0,97% para todo o ano de 2012.

Apesar dos estímulos do governo federal para aquecer a economia em 2012, a atividade econômica no país demorou a reagir. Entre as medidas adotadas, está a redução do IPI para automóveis e linha branca, o ajuste dos juros básicos para 7,25% ao ano, menor da história e a redução em mais de R$100 bilhões dos depósitos compulsórios.

Além disso, houve a redução no IOF para empréstimos tomados por pessoas físicas, deu-se início a desoneração da folha de pagamentos, mais crédito foi liberado para os estados e a adoção de medidas de defesa da concorrência.

Sobre o IBC-Br

O IBC-Br incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos, acrescidas dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção mais importações).

O índice do BC é utilizado pelo Banco Central para, em conjunto com outros indicadores, definir a taxa básica de juros da economia brasileira. O crescimento menor implica, teoricamente, em menos pressões inflacionárias.

O Banco Central, pelo sistema de metas inflacionárias do Brasil, deve ajustar os juros para atingir os patamares definidos. No último biênio, a meta da inflação foi de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim, o IPCA pode ficar entre 2,5 e 6,5%, sem comprometer a meta.

Fonte: G1


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Publicidade online atrai consumidores brasileiros

Os consumidores brasileiros estão cada vez mais ambientados à publicidade online. Pelo menos é o que aponta pesquisa realizada pelo IBOPE Media, sobre a receptividade dos internautas com a propaganda na web.

Os dados levantados pelo IBOPE Media indicam que 33% dos entrevistados consideram a publicidade online mai divertida que as divulgações feitas em outros meios e outros 28% se dizem influenciados pela publicidade em redes sociais.

Publicidade online ajuda a motivar compras

publicidade online

De acordo com a pesquisa do IBOPE, 22% dos entrevistados afirmaram que anúncios na web serviram como motivação para comprar.

De acordo com a pesquisa, 22% dos entrevistados afirmaram que anúncios na web serviram como motivação para a compra de produtos ou serviços na internet durante o mês de outubro de 2012. Entre os entrevistados, 21% consideraram que os resultados em sites de busca foram um incentivo para a compra de produtos online, assim como, para 17%, os anúncios em sites visitados influenciaram na decisão de compra.

Para 49% dos consumidores entrevistados, o patrocínio online é uma maneira eficaz de anunciar um produto e serviço. Outros 37% consideram que os banners publicitários são úteis para se encontrar assuntos interessantes na internet.

Os anúncios relacionados ao conteúdo do site visitado são mais atraentes para 47% dos consumidores e 14% afirmaram ser influenciados por mensagens eletrônicas promocionais. No mesmo período, os anúncios de TV motivaram o consumo para 20% dos entrevistados.

Em seu terceiro ano, a pesquisa sobre publicidade online foi realizada entre maio e junho de 2012, com 2.929 internautas de 15 a 75 anos no Brasil. Foram entrevistadas pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Distrito Federal, Goiânia, além de cidades do interior do Sul e Sudeste.

Fonte: IBOPE
(Helbert Fernandes)


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Google+ é a mídia social que mais influencia nas estratégias de SEO no Google

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Google+ é a mídia social que mais influência  nas buscas do Google.

O Google considera vários aspectos para posicionar um site na internet. E, dado o crescimento em importância que as mídias sociais tiveram na internet nos últimos anos, inclusive o Google+, que vem crescendo, há de se concluir que elas também se tornaram um dos itens de relevância para o ranking do buscador.

Para comprovar essa importância das mídias sociais nas estratégias de SEO, a empresa de marketing digital norte-americana Tasty Placement realizou um estudo experimental, onde é demonstrado como a presença em mídias sociais altera o posicionamento da marca no ranking de buscas do Google.

Mais do que simplesmente comprovar a influência de forma genérica, foi analisada separadamente relevância das principais mídias sociais horizontais, de acordo com as suas características – Facebook (compartilhamentos e likes), Twitter (tweets e retweets), Twitter (seguidores), Google + (seguidores), Google + (botão +1) – no posicionamento da marca.

A Placement utilizou a seguinte metodologia: Foram criados seis sites semelhantes. Um desses sites ficou sem divulgação em mídias sociais, e os outros cinco utilizaram como meio de divulgação apenas uma mídia social. Todos os sites ficaram em observação e, após dez meses, tiveram o seu posicionamento no Google analisado.

Google+ apresentou melhor resultado

Os dois sites com Google+ foram os que apresentaram melhor desempenho no ranking. Em primeiro lugar, com aumento médio de 14,6 posições, ficou o site promovido pelo Google+ (seguidores), sucedido pelo site divulgado pelo botão +1 do mesmo Google+, com aumento de 9,44 posições em média.

Em seguida, vieram o site divulgado pelo Facebook (6,9), sucedido pelo Twitter (tweets e retweets), com 2,88 posições. Fechando a lista, vem o site que se promoveu com o aumento de seguidores no Twitter, que caiu 1,2 posição, em média. O site que não se promoveu em ações de mídias sociais manteve sua posição inalterada nas buscas do Google.

Para a Placement, apesar de o estudo ter um caráter experimental, demonstra não só a importância das mídias sociais nas estratégia de SEO, como também dá indícios de como o Google vem usando o Google+ para fazer frente ao crescimento do poderio do Facebook na web.

E a sua empresa? Já está incluindo o Google+ nas estratégias de Marketing Digital?

Fonte: Proxxima
(Helbert Fernandes)


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Pagamento pelo celular será lançado pela Caixa, MasterCard e TIM

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TIM, Caixa e MasterCard lançaram meio de pagamento pelo celular.

Atentas ao crescimento do acesso à internet através de smartphones no Brasil, a Caixa Econômica Federal, MasterCard e Tim se tornaram parceiras para lançar no segundo semestre de 2013 a opção de pagamento pelo celular.

De acordo com informações preliminares divulgadas pela Caixa, será possível ao cliente da TIM realizar compras e outras transações financeiras através do aparelho móvel ou de um cartão magnético associado ao número do telefone, por meio de uma conta pré-paga gerenciada pela própria Caixa.

A estimativa é que a plataforma de pagamentos móveis, cuja responsabilidade será de competência da Mastercard, seja utilizada em mais de 1,5 milhão de estabelecimentos comerciais em todo o Brasil.

Através do mobile Money, como tem sido chamado o produto, a expectativa é que as transações financeiras possam ser realizadas com segurança e elimine a necessidade de carregar dinheiro no bolso. O pagamento pelo celular deverá ter forte apelo junto à população de baixa renda.

Algumas operadoras de telefonia móvel possuem parcerias semelhantes a essa para pagamento pelo celular. É o caso da Claro em parceira com o Bradesco, a Vivo com a MasterCard e a Oi, que há algum tempo oferece o Oi Paggo.

Fonte: Agência Estado
(Helbert Fernandes)


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E-commerce no Brasil deverá faturar 35% a mais que no ano passado

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E-commerce no Brasil deverá crescer 35% em relação a 2012, segundo IDV.

O e-commerce no Brasil deverá manter crescimento e a consolidação como um dos principais mercados no mundo, tanto em número de usuários quanto em faturamento.

Mesmo com o cenário de instabilidade na economia mundial e com o Banco Central prevendo um crescimento modesto para o PIB em 2012, aproximadamente 1%, a previsão era de que o e-commerce no Brasil expandisse 20% para o período em relação a 2011.

E em 2013, a tendência de crescimento do e-commerce no Brasil deverá ter continuidade. Em sondagem realizada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), foi estimado um crescimento de 35% em comparação ao ano de 2012.

Outra pesquisa que demonstra as tendências para este ano foi realizada pelo Search Laboratoy, na qual o Brasil é apontado como o terceiro maior mercado de e-commerce, com 70 milhões de usuários e um crescimento de cerca de 22 milhões de novos internautas em 2013.

E-commerce no Brasil deverá ser o quarto com maior poder de compra em 2016:

Já o T-Index, importante índice do mercado online, afirma que, relacionando a população conectada à internet em um país com o seu respectivo PIB per capita, o Brasil ocupa a 7ª posição entre os países de maior poder de compra online e deverá subir para a quarta posição até 2016, superando Alemanha (4), Reino Unido (5) e França (6). A tendência é que o Brasil já conquiste o quinto lugar em 2013, ultrapassando o Reino Unido e a França.

Na América Latina, o Brasil é o principal mercado para o e-commerce,  à frente da Argentina e do México.

Fontes: Agência Estado | T-Index
(Helbert Fernandes)


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